A COOFACI

A COOFACI – Cooperativa dos Agricultores Familiares do Território do Caparaó, foi criada em 2005, através do empenho de um grupo de Agricultores Familiares Rurais, organizados em Associações Comunitárias, filiadas à FACI – Federação de Associações Comunitárias Rurais de Iúna e Irupi.

Tendo como objetivo promover a melhoria da qualidade de vida dos agricultores familiares, por meio da produção sustentável, do respeito às questões ambientais e sociais e, sobretudo, na busca por melhorias na eficiência produtiva das propriedades e da qualidade dos cafés produzidos, por meio da adoção de práticas agrícolas sustentáveis e gestão da unidade produtiva, a cooperativa é o braço operacional, para a comercialização dos cafés especiais produzidos com certificação “FAIR TRADE” de seus cooperados.

Atualmente, nem seu quadro social, somam-se 175 cooperados que, indiretamente, proporcionam bem estar e melhoria no nível de vida de centenas de famílias, pois a mesma realiza um trabalho de mobilização e organização social, voltado aos princípios do FAIRTRADE e do fomento a produção de cafés especiais em bases sustentáveis.

 

MISSÃO

A COOFACI tem por missão assistir a seus cooperados, através de ações que possibilitem a diversificação agrícola, a preservação do meio ambiente, o desenvolvimento sustentável, a procura de novos parceiros e novos mercados para melhorar a qualidade e o valor dos produtos agrícolas e, por conseqüência, a qualidade de vida das famílias de agricultores.

Seguindo as tendências mundiais, ou seja, aumento dos padrões de qualidade, a COOFACI, em parceria com a FACI e outras entidades, vem trabalhando na melhoria da qualidade do café produzido na região, por meio da promoção de projetos que contemplem desde a aquisição de maquinário e equipamentos para o beneficiamento e melhoria da qualidade do café, a treinamentos e capacitação de agricultores e técnicos. A melhoria na eficiência produtiva do café é um processo lento, pois se trata de uma cultura de ciclo longo e de décadas de cultivo, o que às vezes dificulta a inserção de inovações, sobretudo no campo gerencial, por se tratar de populações de agricultores que tiveram poucas oportunidades de acesso à educação, as inovações tecnológicas e, sobretudo, a ausência de políticas públicas de acesso ao crédito e a assistência técnica e extensão rural.

 

BOLETIM INFORMATIVO 01/2011